• Revista Maxxi

Aulas presenciais são obrigatórias no estado de São Paulo


Nesta segunda-feira (18) estudantes da rede pública e particular do estado de São Paulo retornaram às aulas presenciais obrigatoriamente. Tanto escolas estaduais quanto escolas municipais devem adotar a medida, a qual foi avaliada e autorizada pelo Comitê Científico do Governo de São Paulo.


A Secretaria da Educação (Seduc-SP) afirma que nas próximas duas semanas as escolas poderão receber 100% dos alunos, desde que o distanciamento de um metro e meio entre os estudantes seja respeitado. Caso não seja possível manter o distanciamento, a instituição deve organizar um sistema de revezamento.


Entretanto, o protocolo acaba a parir de 3 de novembro, quando todos os alunos deverão estar na escola diariamente independente do distanciamento. As medidas valem para as escolas da rede estadual, privada e municipal que não possuem conselhos de educação próprios.


“Os demais municípios têm autonomia para seguir ou não a orientação da Seduc-SP, desde que apresentem justificativas pautadas nos dados epidemiológicos que impeçam o retorno presencial. Já as [escolas] particulares terão até duas semanas para se organizar para esse retorno obrigatório, de acordo com Deliberação do Conselho Estadual de Educação”, informou a Secretaria de Educação.


Medidas Preventivas


O uso de máscaras e a higienização das mãos com álcool em gel continuam sendo obrigatórios. Ademais, jovens pertencentes ao grupo de risco, com mais de 12 anos que não tenha completado o esquema vacinal contra covid-19, jovens gestantes e puérperas; e crianças menores de 12 anos pertencentes ao grupo de risco para a civd-19, para as quais não há vacina autorizada no país.


Estudantes em condição de saúde de maior fragilidade perante a covid-19, mesmo com o esquema vacinal completo, estão livres da obrigatoriedade caso seja comprovado através de uma prescrição médica.


A segurança na retomada do ensino presencial se deve à imunização de 97% dos profissionais da educação, com esquema vacinal completo, e aos 90% de adolescentes entre 12 e 17 anos que já tomaram a primeira dose da vacina, informa a Secretaria de Saúde.


Fonte: João Sanita/Com informações da Agência Brasil